sexta-feira, junho 22, 2007

Minha matéria na capa da revista .Net

Tenho publicado com frequência alguns artigos na revista .Net Magazine, antiga MSDN Magazine. Trata-se de uma revista técnica sobre desenvolvimento de software e assuntos relacionados, de circulação nacional, voltada para a plataforma Microsoft, mais especificamente .Net (daí o nome da revista). Esse ano já publiquei uns 4 artigos.

Está nas bancas a última edição. Fiquei feliz ao ver minha matéria "10 ferramentas para turbinar a programação com .NET" estampando a capa. É sempre gratificante ver nosso trabalho rendendo frutos, ainda mais quando é um trabalho que eu amo realizar.

Vejam a capa abaixo e as páginas reduzidas:

Capa

 

As páginas:

Editorial
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Página 8
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Página 9
 
Página 10
Página 11
Página 12
 
Página 13
Página 14
Página 15
 
Página 16
Página 17
Página 18

 

E logo logo vem mais novidades por aí...

Obviamente! Sem comentários...

É engraçado como ouvimos e usamos palavras totalmente sem sentido. Duas deles estão no título desse post.

Obviamente? Como assim, obviamente? Ouvimos: "Obviamente o senador XYZ não roubou". Oras, se era tão óbvio assim, precisava falar? O próprio sentido da palavra "óbvio", não quer dizer que é facilmente perceptível, aos sentidos ou à mente? E se é tão facilmente perceptível, precisa ser dito? Nota-se que o "óbvio", o "obviamente", e todos os seus primos, querem dizer tudo, menos que algo é óbvio.

Às vezes serve mais para dizer que algo é óbvio para todos, menos para você, com quem estou falando. Você é tão burro, que não percebeu que é óbvio. Ou seja, além de ser contraditório, também é mal educado. Está aí um hábito para perder.

Ou então o tal fato não é assim tão óbvio, e afirmar que é parece que ajuda a torná-lo "mais óbvio", se é que isso é possível...

"Sem comentários" é outro. Se você não tem comentários, fique quieto. "Sem comentários" é um comentário. Ou seja, responder "sem comentários" a qualquer coisa é paradoxal, e daqueles paradoxos mais sem graças: Se não há comentários, não se diz "sem comentários". Se há, que se comente, não diga "sem comentários", porque ao dizer, sabe-se de cara que não se trata de um assunto sem comentários. Se você não quer comentar, diga algo como "Isso é tão sem sentido que não quero nem mesmo comentar". E só.

terça-feira, junho 19, 2007

Oceano de tempo e de espaço

Eu nunca havia percebido que essa era uma música de saudades. O cérebro realmente é seletivo no que houve e no que interpreta.

Não preciso nem dizer o que essa música está fazendo aqui, preciso? 

Oceano - Djavan

Assim que o dia amanheceu lá no mar alto da paixão
dava pra ver o tempo ruir
Cadê você? Que solidão!
Esquecera de mim?

Enfim, de tudo o que há na terra não há nada em lugar nenhum
que vá crescer sem você chegar
Longe de ti tudo parou
Ninguém sabe o que eu sofri

Amar é um deserto e seus temores
Vida que vai na sela destas dores
Não sabe voltar
Me dá teu calor

Vem me fazer feliz porque eu te amo
Você deságua em mim e eu oceano
E esqueço que amar é quase uma dor

Só sei viver se for por você!

Enfim, de tudo o que há na terra não há nada em lugar nenhum
que vá crescer sem você chegar
longe de ti tudo parou
ninguém sabe o que eu sofri

Amar é um deserto e seus temores
vida que vai na sela destas dores
não sabe voltar
me dá teu calor

Vem me fazer feliz porque eu te amo
você deságua em mim e eu oceano
e esqueço que amar é quase uma dor

Só sei viver se for por você!