sábado, setembro 13, 2003

"Cada individuo tem um destino psicologico unico e extraordinario. Eh sempre uma estrela inacessivel que amamos. Mas como amar eh ter medo de estar presente em todas as coisas, cada amor em sua essencia intima nao passa de uma trajedia."

de Lou Andreas - Salome

sexta-feira, setembro 12, 2003

Acabo de fazer uma das coisas mais idiotas que ja fiz. Minha vontade eh de morrer. Sumir. Cessar minha existencia e minha individualidade. Agora sofro. Nao quero comentarios. Sumam todos.

quinta-feira, setembro 11, 2003

Agora posso mudar a data e o horario do post no blogger. Legal. Estao melhorando o servico!! Dificil ver isso em lideres de audiencia.
Policiais militares tem problema com a lei. Bando de filhas da puta. Sempre que me pararam quando andava de moto me trataram que nem cachorro, quase me batendo as vezes. Hoje logo apos deixar minha moto no estacionamento vem tranquilamente pela rua (lotada de carros e parada) um PM num desses Astras novos que o Governo de SP comprou. Foi ele ver a rua parada para ligar a sirene. O farol abriu logo depois, os carros fluiram, ele teve acesso a rua que queria e desligou a sirene. Nao tinha urgencia. Tinha falta de paciencia. Devem todos ter o pinto do tamanho de um amendoim...

quarta-feira, setembro 10, 2003

"Todo ponto de vista eh uma vista de um ponto"

terça-feira, setembro 09, 2003

8:38PM M&Ms com Rufles. Blogs. Agua, muita agua. Moto, rapido, ja que nao tem transito. Psicologo. Moto, mais rapido ainda, menos transito. Casa. Bisnaguinhas com Baconzitos e Pepsi Twist. Livros. TV. Banho. Internet. Cama. Moto, mais devagar dessa vez. Trabalho. Comida. Trabalho. Moto. (tudo isso permeado por saudade) ... nao termina nunca? Nah... Nao quero ferias. Me divirto. To legal. Saudades dos meus amigos tambem. Saudades dos 16 anos... Cabelo comprido... Saudade do meu cabelo comprido... To assim hoje. Menos que ontem. Ontem eu estava mais, nao eh? Principalmente mais revolta. Nao. Nao passou, nao. So acalmou. Depois volta. Ou nao. Saudades...
Estao sentido? Quente? Umido? Permeando? Incomodando? E nao se trata do fedor que invade vossas narinas. Falo do fedor humano. Da especie. A tempos venho sentindo essa ansia, nao sei se de vomito ou de escrever. Nao importa. O que importa eh que agora escrevo. E ele eh meu tema. O fedor. Vejo-o em voce, nele hoje, nela ontem, e sobretudo, em mim. Condeno com meu olhar. Minha mente invade situacoes, te le, te ouve, te entende ou nao. E se enoja. Fedemos. Algo como Rio Tiete em tardes quentes. Mistura de diarreia com vomito azedo. Vejo-o quando matamos, ilegalmente e apaixonadamente, ou legal e friamente. Sinto-o quando tomamos do publico para o privado. Quando soltamos quando deviamos prender ou quando nos fazemos de hulmides desentendedores da palavra quando na verdade a dominamos. Invade-me esse vomito, goela abaixo o antes regurgitado, quando expomos fragilidades inexistentes na busca de prazeres inalcancaveis ou ate de uma compensacao, pura simples. E fetida. Essa fumaca, negra e expessa, pesa ainda mais quando vem expulsa dos pulmoes vigorosos e dos olhos vermelhos pelo direito incontestavel do livre arbitrio. Negra. Expessa. Gordurosa. Incomodante. Descanso agora sob ele. O livre arbitrio. O direito de cada um de nos de feder mais do que o outro. E me incomoda. Ando incomodado. Busco o limpo. As vezes olho, principalmente quando sofro, e tudo parece ainda mais imundo. Eu, e alguns eleitos meus, somos os limpos. Ha! Somos os limpos! Felizmente nao dura muito e meu fedor me lembra. Cheiro tao mal quanto todo o resto. Cada um a sua maneira. E por alguma razao um tanto ironica meu cheiro nao me incomoda. Mas o teu me incomoda. Saia! Limpe-se. Humanidade? Parecem mais um bando de porcos.